Blockchain Privada

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Blockchain privada

As blockchains privadas são particulares e requerem permissão para ler as informações contidas em sua cadeia. Elas podem limitar as partes que podem fazer transações e definir quem pode estar presente na rede e escrever novos blocos na cadeia. O mecanismo de controle de acesso pode variar: os participantes existentes podem decidir futuros participantes; uma autoridade reguladora pode emitir licenças de participação; ou um consórcio poderia tomar as decisões.

Uma vez que uma entidade juntou-se à rede, ela desempenhará um papel (que é pré-determinado pelo concessionário da rede) na manutenção da blockchain de forma descentralizada. Somente as entidades que participam de uma determinada transação terão conhecimento e acesso à ela – outras entidades não terão acesso.

Fabric é um exemplo de uma implementação de blockchain privada. Diferente da blockchain pública, na blockchain privada o código não é aberto, porém as transações são confirmadas mais rapidamente e com escalabilidade.

Diferente da pública, na blockchain privada o desenvolvedor pode optar por tornar o sistema de registro disponível para que todos possam ler, mas pode não querer permitir que alguém seja um nó, atendendo a segurança, verificação de transações ou mineração da rede.

No entanto, essa convergência dos dois lados não acontecerá em 2018, disse Javier Paz, analista do Aite Group. Ainda há muitos desacordos entre as blockchains públicas (Bitcoin, Ethereum, Litecoin, etc) sobre como resolver problemas de escalabilidade ou segurança, entre outros.

Os grandes problemas associados às blockchains públicas são as taxas que devem ser pagas para incentivar os computadores a participarem da rede e resolverem as transações, a escalabilidade da rede, o tempo de confirmação das transações e, para alguns, o fato de tudo estar disponível para todos também representa um problema.

Suíça abre caminho para “Vale do Silício” de blockchain e criptografia e Mcash será Lançada

Zug é conhecido pelos baixos impostos que atraíram empresas, bilionários e atletas e são esses e outros motivos que a Mcash será lançada lá no dia 18 de março.

No cantão de Zug, um dos menores da Suíça, está o “Crypto Valley”, um local no estilo do Vale do Silício dos Estados Unidos para empresas emergentes que operam e inovam no mundo das tecnologias de blockchain e criptografia.

Conceito conhecido em 2008 com a invenção da moeda digital bitcoin, blockchain é um registro das transações digitais que transfere e armazena dados de maneira segura, anônima e permanente, rompendo com a cadeia de intermediários.
Situado no centro da Suíça, não foi por acaso que Zug tenha sido escolhido para criar o “ecossistema líder em tecnologia blockchain e criptográfica do mundo”. A propaganda anterior do local é feita pela Associação Crypto Valley, de promoção da região.
No ano passado, a cidade de Zug se tornou a primeira do mundo a aceitar bitcoins como meio de pagamento de alguns serviços públicos. Em setembro, o governo local quer oferecer aos habitantes a possibilidade de pedir uma “identidade eletrônica”, baseada, evidentemente, na tecnologia blockchain.
O prefeito de Zug, Dolfi Müller, disse à Agência Efe que está “fascinado” pela tecnologia e defende a importância de não fechar os olhos para esse tipo de inovação em um mundo que avança em passos largos. A Suíça, diz o político, é o país da democracia direta e da descentralização dos poderes, o “espírito que os fundadores do Crypto Valley buscavam”.
O sul-africano Johann Gevers desenvolveu sua visão de um “hub” criptofinanceiro em 2013, tomando como exemplo o Vale do Silício, e identificou Zug como o lugar ideal para isso.
Quando fundou a Monetas em 2012, ele queria criar uma plataforma descentralizada de transações e avaliou que o problema do mundo financeiro era estar “muito concentrado e centralizado”.
Na Suíça, Gevers achou o que buscava: o sistema político mais descentralizado do mundo. Em 2013, foi criada a Bitcoin Suíça em Zug. O sul-africano mudou sua empresa do Canadá para a região, onde também se instalou a Ethereum, uma plataforma que usa blockchain para fazer “contratos inteligentes” que são cumpridos de forma automática assim que os termos entre as partes forem acertados.
Em 2014, Zug deu um sinal de apoio ao “Crypto Valley” quando declarou livre de impostos a primeira venda aberta de “token ether”, a moeda da Ethereum. Os tokens são valores ou ativos transferíveis que podem ser trocados por bens e serviços futuros.
Em 18 de março de 2018 será lançada pela empresa Minerworld Company a criptomoeda Mcash, Cicero Saad diz ser o grande momento da empresa pois criou uma comunidade gigantesca através do MMN, e isso dará uma explosão em negociação da moeda que já vem sendo transicionada de uma forma acelerada mesmo antes de seu lançamento, confira em https://minerchain.io/
Por enquanto só os afiliados da empresa podem ter a mcash, mais pós seu lançamento a promessa é que saia em varias exchanges, e essa é expectativa de varias investidores pelo mundo a fora.

Como declarar Bitcoin e outras criptomoedas no Imposto de Renda

Como declarar Bitcoin e outras criptomoedas no Imposto de Renda

Bitcoin

Como declarar Bitcoin e outras criptomoedas no Imposto de Renda – InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/7283840/como-declarar-bitcoin-outras-criptomoedas-imposto-renda

 

 

Oito informações importantíssimas.

Oito informações importantíssimas

Primeira, Transparência

Segunda, Segurança

Terceira, o que é Bitcoin ?

Quarta , o que é Bitcoin?

Quinta o que é Mcash ?

Sexta, trabalho ?

Sétima, futuro para seus filhos.

Oitava, Aposentadoria

Mais informações cadastre: https://www.miner360.info/vauberti

 

Pagamentos da Minerworld saiu. GOGO Miners.

http://minerid.com

Pagamentos da Minerworld saiu. GOGO Miners.

Ainda Pode Ocorrer variações Aguardem até o comunicado Oficial.

TERMO ADITIVO DE CONTRATO DE ADESÃO E CREDENCIAMENTO DE
EMPREENDEDOR AUTÔNOMO E INDEPENDENTE MINERWORLD
CONSIDERANDO o contrato de adesão e credenciamento de empreendedor autônomo e
independente Minerworld celebrado anteriormente, EMPRESA CREDENCIADORA:
MINERWORLD S/A, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no RUC 8009679-8, com
sede internacional na San Blas nº 9061, n. 111, Ciudad Del Este​, Alto Paraná, Republica
Del Paraguay, e CREDENCIADO: Pessoa Física ou Jurídica afiliada ao modelo de
negócio operacionalizado pela MINERWORLD, aderente a este contrato como
Empreendedor Autônomo e Independente, melhor qualificado na “Ficha de Cadastro
On-Line” e no “Termo de Adesão” a este contrato, por livre e espontânea vontade, na
melhor forma admitida resolvem o seguinte:
Cláusula Primeira – Tendo em vista o disposto na Cláusula Quarta, parágrafo terceiro do
Contrato Principal, a EMPRESA CREDENCIADORA oferece ao CREDENCIADO os
seguintes planos de pagamento de contrato:
A) Restituição do valor pago pelo CREDENCIADO à vista em Mcash (ativo digital da
Minerworld S/A), no prazo de 15 (quinze) dias após o aceite deste termo.
B) Restituição do valor pago pelo CREDENCIADO 50% em Mcash (ativo digital da
Minerworld S/A) à vista no prazo de 15 (quinze) dias após o aceite deste termo, e 50%
em Bitcoins em 12 (doze) parcelas iguais, mensais e sucessivas, sendo que o primeiro
pagamento dar-se-á entre os dias 16 e 23 de fevereiro de 2018.
C) Restituição do valor pago pelo CREDENCIADO 100% em Bitcoins em 24 (vinte e
quatro) parcelas iguais, mensais e sucessivas, sendo que o primeiro pagamento da-se-á
entre os dias 16 e 23 de fevereiro de 2018.
Parágrafo Primeiro – A cotação da Mcash utilizada para o pagamento será de 0,10 USD,
cotação esta válida até o momento em que a Mcash começar a ser comercializada em
plataforma trader.
Parágrafo Segundo – A cotação do Bitcoin será a da plataforma Bitfinex no momento da
transferência para a carteria do CREDENCIADO quando do pagamento da parcela
acordada.
Parágrafo Terceiro – Fica expressamente convencionado que a EMPRESA
CREDENCIADORA não se responsabiliza pela variação cambial da Mcash ou do Bitcoin.
Parágrafo Quarto – Fica expressamente estabelecido que este termo aditivo se aplica aos
contratos firmados até o dia 16 de janeiro de 2018, excluindo-se portanto os contratos
posteriores a essa data, que são vinculados ao sistema “miner360”.
Cláusula Segunda – O valor a ser pago nos planos previstos na Cláusula Primeira é
resultado da seguinte equação: valor do(s) pacote(s) adquirido(s) pelo CREDENCIADO
somado do lucro previsto na Cláusula Quarta, parágrafo terceiro do Contrato principal
descontados os valores de todas as modalidades de saque eventualmente pagos na(s)
conta(s) bancaria(s) ou carteira(s) digital(is) do CREDENCIADO.
Parágrafo Primeiro – Os valores refentes a bônus binário, bônus por indicação direta,
bônus de equipe e bônus de premiação que não foram pagos serão convertidos em
créditos futuros e adimplidos no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses.
Parágrafo Segundo – Para fins de conferência, o valor a ser pago estará disponível no
MinerID do CREDENCIADO.
Cláusula Terceira – O CREDENCIADO se compromete a escolher um dos planos
anteriormente oferecidos, devendo para tanto se cadastrar ao sistema MinerID, enviar
documento válido conforme solicitado no processo de validação, selecionar uma das
opções disponibilizadas, aceitar o presente termo, e pressionar a tecla de aceite.
Cláusula Quarta – Caso ocorra qualquer atraso no cronograma de pagamento ora
estabelecido, a EMPRESA CREDENCIADORA deverá arcar com multa de 10% (dez
porcento) sobre o valor total do débito.
Cláusula Quinta – O atraso do pagamento por mais de 60 (sessenta) dias de qualquer das
parcelas elencadas ensejará o vencimento antecipado das obrigações ora assumidas.
Cláusula Sexta – A escolha de uma das opções é irrevogável e irretratável, podendo
apenas o CREDENCIADO, a critério único e exclusivo de sua vontade, solicitar via
MinerID a troca das opções B ou C pela opção A.
Cláusula Sétima – Uma vez celebrado este termo aditivo, ambas as partes concordam
expressamente que, até o vencimento das parcelas combinadas, não terão nada a
reclamar, tanto judicialmente como extrajudicialmente.
Cláusula Oitava – O CREDENCIADO concorda previamente com todos os termos
descritos no presente Contrato, pela forma digital, via internet, manifestando a sua
vontade ao clicar em “Declaro, para os devidos fins, que Li inteiramente,
Concordo com todos os seus termos do presente Termo Aditivo do Contrato de
Adesão e Credenciamento de Empreendedor Autônomo e Independente
MINERWORLD, que está registrado no Cartório de Títulos e Documentos.
Declaro ainda, que estou ciente de que os atos de Concordar (clicando no local
correspondente) e Passar Adiante (clicando no local correspondente) tem valor
de Adesão Válida e Voluntária”​.
Provincia de Amanbay,PY, _________ de ____________ de 20_____.
________________________________________
MINERWORLD COMPANY
RUC 80096798
_____________________________________
ADERENTE – CLICK ASSINATURA

Bitcoin US$ 1 Milhão Até 2020: McAfee Reafirma sua Aposta

Bitcoin US$ 1 Milhão Até 2020: McAfee Reafirma sua Aposta

Notícias

John McAfee, além de ser conhecido por diversas opiniões polêmias em diversos assuntos e principalmente sobre as criptomoedas, é também fundador do antivírus McAfee e ligado a operações de mineração e fundos de criptomoedas.

Ano passado, ao fazer uma previsão para o futuro do bitcoin, ele afirmou que a criptomoeda chegaria a US$ 500.000 até o final de 2020. Porém, como subiu muito além do que ele esperava, ele dobrou sua previsão para US$ 1 milhão até 2020, caso contrário, chuparia seu próprio pênis na televisão.

De acordo com McAfee, seu “modelo de previsão” tinha previsto que a bitcoin iria atingir US$ 5.000 até o final de 2017. A realidade, no entanto, foi bem diferente, com o bitcoin tendo chegado a US$ 20.000 em meados de dezembro e fechando o ano em US$ 13.000.

O Bitcoin, juntamente com todo o mercado de criptomoedas, está em declínio constante desde que atingiu esse pico. Naturalmente, isso levou seus seguidores a questionar a profecia de McAfee para o futuro. Com o preço atual, o bitcoin precisaria valorizar mais de 100 vezes para chegar a US$ 1.000.000.

Bitcoin. A Moeda na Era Digital

Autor: Fernando UlrichLeia o Livro Clicando Aqui
Bitcoin, a nova moeda internacional, por Jeffrey Tucker .
Capítulo I
Introdução
Capítulo II
Bitcoin: o que é e como funciona
1. O que é Bitcoin
2. Benefícios do Bitcoin
3. Desafios do Bitcoin
4. Regulação e legislação.
Capítulo III
A história e o contexto do Bitcoin.
1. A Grande Crise Econômica do século XXI
e a Perda de Privacidade Financeira.
2. O bloco gênese…
3. O que possibilitou a criação do Bitcoin.
Capítulo IV
O que a teoria econômica tem a dizer sobre o Bitcoin
1. O nascimento do dinheiro .
2. Escassez intangível e autêntica.
3. Moeda tangível e intangível
4. Dinheiro, meio de troca ou o quê?.
5. Ouro, papel-moeda ou bitcoin?
6. Deflação e aumento do poder de compra,
adicionando alguns zeros
7. O preço do bitcoin, oferta e demanda
8. Valor intrínseco ou propriedades intrínsecas?

9. A falta de lastro aparente não é um problema.
10. A política monetária do Bitcoin.
11. As reservas fracionárias, o tantundem e o Bitcoin…
12. Outras considerações
13. Revisitando a definição de moeda
14. Meio de troca, reserva de valor e unidade de conta .
15. Conclusão

Kyle Wang Blockchain viciado, entusiasta de psicologia social…

 Kyle Wang Blockchain viciado, entusiasta de psicologia social…  Blockchain  Find me on LinkedIn: www.linkedin.com/in/kyleTwang

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Criptoeconomia: pavimentando o futuro da tecnologia Blockchain

Não tem sentido ser louco se você não puder se divertir com ele. – “John Nash”, A Beautiful Mind (2001)

Página através dos artigos sobre blockchain hoje e você verá discussões saudáveis ​​sobre suas aplicações e debates intermináveis ​​sobre a ação de preço futuro da cryptocurrency preferida de alguém. No entanto, raramente entre todos esses tópicos é alguma menção da noção mais fascinante no coração do movimento – a cadeia de bloqueio como um romance significa incentivar o comportamento humano desejado.

Em muitos aspectos, o milagre da tecnologia blockchain é que nos permite cultivar em um deserto e criar frangos em um rabo. Usando a criptografia, o conceito de bloco de blocos nos permite provar definitivamente o que as transações realmente aconteceram no passado.

Através da teoria dos jogos e da economia incorporada ao projeto de protocolos de cadeias de blocos, o sistema incentiva a estabilidade e esse bem comum para manter o futuro. Tudo isso em um mundo anônimo, hostil e digital cheio de hackers, golpistas, piratas e trolls! Esta é a criptoeconomia, um termo tão fresco que você precisará selecionar “Adicionar ao dicionário” ao executar a verificação ortográfica.

Quando você mergulha profundamente o suficiente nos conceitos subjacentes à tecnologia blockchain e aos sistemas específicos construídos sobre ele, você achará que eles incorporam ferramentas criptoeconômicas especificamente projetadas para minimizar o impacto de malfeitores e atores hostis.

Embora existam muitas definições com pequenas variações flutuando para lá, para os propósitos deste artigo basearei nossa discussão sobre a definição publicada na wiki Ethereum. Cryptoeconomics refere-se às combinações de criptografia, redes de computadores e teoria de jogos que fornecem sistemas seguros que exibem algum conjunto de econômicos / incentivos.

Neste artigo, vou discutir esses incentivos econômicos relacionados à cadeia de blocos, explorar alguns pressupostos de segurança por trás da criptoeconomia e descrever como o novo protocolo Casper da plataforma Ethereum “o protocolo de fantasmas amigáveis” foi projetado pensando nessas ideias.

Incentivos e Tolerância a Faltas Bizantinas Os incentivos são um componente central da teoria dos jogos e da economia em moldar o comportamento humano em direção a um bem comum. Enquanto a criptografia, ou a criptografia e decodificação de blocos na cadeia para efetivamente criar um passado provável, é universalmente aceita, ainda há alguma divergência e debate quando se trata de saber se sistemas de incentivos são realmente necessários para criar criptografia ou plataformas bem-sucedidas.

Não podemos prosseguir sem uma breve discussão sobre um problema que sustenta a economia digital descentralizada, o problema dos generais bizantinos.

 O glorioso exército bizantino cercou e sitiou um castelo. Os generais, fisicamente separados e comandando diferentes unidades do exército, percebem que precisam decidir sobre um ataque coordenado ou um refúgio coordenado.
É importante que a maioria se compromete com um ou outro, como um ataque misto ou sem coração significaria maiores perdas e um resultado muito pior para os bizantinos. Infelizmente, há um número desconhecido de generais traidores nas fileiras bizantinas que não gostariam de nada mais para a campanha terminar desastrosamente.
Eles podem enviar mensagens conflitantes a diferentes generais na tentativa de sabotar o esforço. Além disso, uma vez que as mensagens devem ser transmitidas por messenger, também é impossível dizer se essas mensagens são forjadas ou autênticas.
A questão central é esta: em um sistema onde o consenso é absolutamente necessário, como um acordo unânime pode ser alcançado por bons processos na ausência de confiança? Em outras palavras, como esses generais podem superar os traidores dentro e alcançar uma decisão coordenada e maioritária? Em ciência da computação, a capacidade de um sistema para resistir à falha de componentes defeituosos que impedem que outros componentes críticos alcancem um consenso necessário seja denominada tolerância a falhas bizantinas (BFT).
Então, como isso é relevante para blockchain e a discussão em torno de incentivos? Em uma cryptocurrency como Bitcoin, na ausência de um protocolo de endereçamento BFT, estaríamos completamente no escuro sem alguma autoridade centralizada. Assim como os generais, os nós do Bitcoin (computadores que compartilham e propagam a cadeia de blocos) precisam saber quais transações são válidas. Por exemplo, como os generais traidores e suas mensagens duvidosas, as pessoas podem gastar bitcoins e simplesmente dizer a outros nós que nunca as gastaram. O problema-chave na moeda digital descentralizada é que ninguém sabe a quem ou o que confiar.
A resposta de Bitcoin ao Problema dos Generais Bizantinos é o protocolo de prova de trabalho (PoW) em cima da cadeia de blocos. Como você encontrará muita discussão e outros materiais sobre PoW, a idéia geral por trás desse protocolo é que torna tão difícil quanto possível alguém manipular uma votação devido à despesa significativa de recursos (tempo, eletricidade e poder de processamento) necessário.
Para registrar uma votação, cada “geral” teria que completar um problema matemático muito difícil que seria instantaneamente compartilhado com os outros, que teria que resolver outro problema difícil em cima disso. Esta cadeia de “trabalho” cria um histórico de transações ironclad ao torná-lo proibitivamente caro e demorado para os atacantes para qualquer coisa.
Os incentivos são implementados para encorajar os participantes a manter o protocolo. Os “mineiros” de Bitcoin, as pessoas que efetuam o registro dessas transações, são incentivados com uma recompensa de 12,5 bitcoins e taxas de transação sempre que aplicam seu poder de computação e postem corretamente as transações verificadas na cadeia de blocos .
Desta forma, eles são recompensados ​​por realizar um serviço crítico para Bitcoin, a transmissão de blocos preenchidos com transações válidas e verificadas. Na plataforma Ethereum, o protocolo proposto de prova de participação (PoS) vai além com uma punição para desincentivar a atividade malévola.
Em PoS, os validadores devem colocar uma ante grande de Ethereum em vez de eletricidade e poder de computação para participar do sistema. Caso os validadores não atuem em benefício do sistema, correm o risco de perder a sua participação total ou depositar.
Então, existem algumas desvantagens na incorporação de incentivos? Uma vez que os protocolos dos dois principais players na criptografia têm um foco tão forte na criptoeconomia, parece que os sistemas de incentivo bem projetados são fundamentais para o sucesso de qualquer tipo de bloco. MIT Professor Silvio Micali, uma autoridade central no mundo da criptografia, discorda.

Blockchains pode acabar com a desigualdade social?

Blockchains pode acabar com a desigualdade social?

Can Blockchains Reduce Social Inequality?

Software Engineer. Entrepreneur. Fascinated by AI, blockchain, big data, space travel, and what the future holds in store for us.

Nenhuma outra tecnologia criou tanta emoção mundial em tão curto período de tempo. Apenas dez anos atrás, Satoshi Nakamoto formulou como uma cadeia de blocos criptograficamente segura poderia ser usada para alimentar uma moeda digital – Bitcoin. Desde então, a tecnologia blockchain e suas aplicações cativaram a imaginação de empresários, economistas, banqueiros, capitalistas de risco e público em geral.

Inevitável, o cripto-frenesi também atraiu multidões de oportunistas e golpistas – prejudicando um tanto a reputação de todo o cripto-espaço. Isso, no entanto, é apenas uma pequena distração da imagem maior: o valor, a interrupção e o impacto social que a tecnologia pode fazer.

No Davids de este ano, temático Criando um futuro compartilhado em um mundo fraturado, líderes de todo o mundo concordaram que a globalização é um positivo líquido para a sociedade, mas são necessárias medidas mais fortes para garantir que a riqueza que ela gera é mais justamente distribuída.

É sobre que a maior parte da riqueza gerada como resultado do mundo mais globalizado vai para aqueles já ricos – contribuindo ainda mais para o aumento da desigualdade social. De acordo com um relatório da Oxfam International, Reward Work Not Wealth, 82% de toda a riqueza criada no último ano foi para o topo de 1%. Vejamos como as organizações equipadas com blockchains podem afetar a sociedade e a desigualdade.

O blockchain leva à globalização? É seguro assumir que a tecnologia blockchain, com suas crescentes redes sem fronteiras, como Bitcoin e Ethereum, empurrará o mundo para uma globalização ainda maior. No entanto, penso que a globalização com força de bloco, se bem feita, levará a um mundo mais justo e menos desigualdade.

O potencial de uma distribuição mais equitativa de riqueza reside numa propriedade importante no centro da tecnologia: a descentralização. Bitcoin e Ethereum, por exemplo, são cryptocurrencies que não possuem autoridade central ou um banco central que regula sua operação. Eles funcionam de forma autônoma em milhares de máquinas espalhadas por todo o mundo.

Qualquer pessoa pode ser um investidor O Blockchain tem um efeito descentralizante e democratizador nas indústrias que o adotam. Por exemplo, as ofertas iniciais de moedas (ICOs), uma inovação no setor de investimentos, tomaram o mundo pela tempestade em 2017.

Um ICO é uma nova maneira de as empresas blockchain aumentarem o capital vendendo seus tokens criptográficos. Ao contrário do crowdfunding, onde os contribuidores doam dinheiro em troca de vantagens ou produtos, os tokens vendidos durante a ICO representam uma participação na empresa e são mais como as ações de uma empresa comum. Antes das ICOs, para investir em uma inicialização em fase inicial, você precisava ser um capitalista de risco, um investidor anjo ou um banco.

Hoje, você não precisa mais ser um investidor credenciado, com milhões de dólares, para poder investir. Alguém em uma aldeia na Armênia pode investir em uma startup em Myanmar.

A quantidade de dinheiro arrecadada através de OICs demonstrou uma necessidade existente, mas menos atendida, para a democratização das oportunidades de investimento. No total, mais de 5 bilhões de dólares dos EUA foram levantados através de OIC em 2017. Isso é cinco vezes o montante investido através de mecanismos de financiamento tradicionais.

Em um tipo de efeito de rede, um mecanismo de financiamento com economia de blocos – o ICO – fornece capital para empresas de cadeias de blocos que descentralizarão e perturbarão outras indústrias, como finanças, energia, armazenamento em nuvem e mídia. Impacto social Os produtos descentralizados, financiados pelas OIC, podem levar a uma distribuição mais equitativa da riqueza.

Vejamos um exemplo para ver como isso funcionaria. A Filecoin, uma ICO que criou um recorde de US $ 257 milhões em 2017, permite aos usuários armazenar arquivos na nuvem, como Dropbox, iCloud Drive e Amazon S3. No entanto, ao invés de armazenar os arquivos em centros de dados de propriedade de grandes corporações, a Filecoin armazena os dados em uma rede de PCs comuns de propriedade de outras pessoas.

Essa descentralização criará valor utilizando um recurso anteriormente subutilizado – espaço em disco vazio. Mais importante ainda, no entanto, em vez de preencher as contas de oligopólios de grande tecnologia com quantidades absurdas de dinheiro, o valor gerado pela rede da Filecoin será distribuído a milhares de indivíduos.

Primeiro, a riqueza gerada pela rede irá para pessoas de todo o mundo que estão compartilhando seu espaço em disco. Em segundo lugar, milhares de investidores obterão um retorno sobre o investimento vendendo seus tokens criptográficos obtidos durante a ICO (em oposição a apenas um par de capitalistas de risco para financiamento tradicional).

Este padrão é similar para muitos outros produtos de blocos de blocos: livrar-se dos intermediários e distribuir a riqueza gerada pelo produto para muito mais pessoas do que em uma empresa tradicional.

Organizações do futuro Isso nos leva a uma estrutura organizacional de novo tipo chamada organização descentralizada autônoma ou DAO.

Esta é ainda uma ideia futurista, mas uma grande potencial para afetar a sociedade a longo prazo. Um DAO não requer uma estrutura gerencial ou qualquer tipo de hierarquia porque é alimentado por contratos inteligentes que funcionam em uma rede blockchain.

A rede serve como uma infra-estrutura que permite que diferentes pessoas, em todo o mundo, trabalhem juntas de uma maneira ponto a ponto. Imagine uma cadeia de blocos que conecte motoristas e passageiros. Qualquer pessoa pode se conectar a esta cadeia de blocos públicos para se tornar um motorista ou um passageiro.

Não existe uma organização com um CEO, gerentes ou um departamento de vendas para que os motoristas paguem taxas próximas de zero por usar a rede com contrato inteligente. No futuro, esses tipos de redes poderiam conectar pessoas com organizações líderes mundiais, ignorando os intermediários e garantindo uma distribuição mais justa da riqueza.

Desafios adiante As redes auto-organizadas de pessoas que cooperam globalmente através de uma cadeia de blocos podem parecer uma panacéia. No entanto, a tecnologia blockchain e todo o cripto-ecossistema estão em sua infância e levarão décadas para amadurecerem. Os sistemas Blockchain ainda são extremamente lentos e pesados. Bitcoin, por exemplo, tem um limite de sete transações por segundo e consome mais eletricidade do que toda a Irlanda.

Em comparação, a Visa pode processar até 50.000 transações por segundo. Mais importante ainda, não é suficiente que os produtos blockchain possam democratizar as indústrias e ter o potencial de uma distribuição mais justa da riqueza. Para ganhar uma luta competitiva e ganhar a adoção em massa, eles precisam se tornar economicamente mais econômicos do que seus homólogos centralizados.

Os usuários não usarão uma plataforma de compartilhamento de viagem peer-to-peer sobre Uber apenas porque é descentralizada. Mas eles provavelmente fariam uma mudança se fosse mais barato e mais fácil de usar. Em suma É fascinante imaginar um mundo alimentado por organizações de blocos peer-to-peer, onde todos em todo o mundo têm a mesma oportunidade de criar valor e são recompensados ​​de forma justa pelas suas contribuições.

Mesmo que existam desafios imensos para os tecnólogos, empresários, reguladores e todos na criptoeconomia – parece que a humanidade está pronta para explorar a possibilidade de um mundo mais descentralizado nas próximas décadas.

O BOTÃO PARA CLICAR NÃO SAIU AINDA

O BOTÃO PARA CLICAR NÃO SAIU AINDA  NA MINERWORLD,

Porem o cronograma  de pagamentos segue ate o momento normal.

Resultado de imagem para botao de clicar

⚠ ATENÇÃO!!!   Sobre o MinerID    ⚠ ATENÇÃO!!!                          Porem o cronograma  de pagamentos segue até o momento normal.

As Pessoas APROVADO: PARABÉNS, você fez tudo direitinho e agora é só aguardar o sistema liberar as opções de negociação.”)

Pagamentos

– Se escolheu a primeira opção, receberá o valor integral, em Mcash. Os pagamentos têm início no dia 16/02 e podem ocorrer em até 30 dias após a adesão.

– Se você realizou seu cadastro e enviou a documentação no sistema até o dia 31 de janeiro de 2018, você faz parte do “primeiro lote” de pessoas que receberão os pagamentos do Plano de Quitação.

– Se não fez o cadastro no MinerID, calma. O sistema estará liberado para novos registros após o dia 23 de fevereiro.

– Os pagamentos estão previstos para começar no dia 16 de fevereiro.

– Se escolheu a primeira opção, receberá o valor integral, em Mcash. Os pagamentos têm início no dia 16/02 e podem ocorrer em até 30 dias após a adesão.

– Caso tenha optado pela segunda ou terceira opção, a parte em Bitcoin será paga em parcelas iguais (dólar), convertidas em BTC, pela cotação do dia que será paga.

– Se você ainda fará seu registro no MinerID, terá a opção de escolha de plano e pagamento no próximo mês.

⚠ ATENÇÃO!!!

É sua responsabilidade acompanhar todo o processo. Portanto, siga os seguintes passos:

– Entre diariamente no seu MinerID e confira o status dos documentos:
▶ APROVADO: PARABÉNS, você fez tudo direitinho e agora é só aguardar o sistema liberar as opções de negociação.

Nos próximos dias, um e-mail deverá chegar avisando sobre a situação da documentação. Porém, se acompanhar diariamente e já se antecipar, em caso de reenvio, evitará problemas de última hora.

Acesso ao MinerID

Alguns navegadores de Internet têm apresentado problema ao acessar a plataforma. Em casos de falha no carregamento, é indicado que realize seu acesso no Google Chrome como página anônima, ou utilize o Internet Explorer.

Qualquer dúvida, estamos à disposição para auxiliar!

– Se você realizou seu cadastro e enviou a documentação no sistema até o dia 31 de janeiro de 2018, você faz parte do “primeiro lote” de pessoas que receberão os pagamentos do Plano de Quitação.

– Se não fez o cadastro no MinerID, calma. O sistema estará liberado para novos registros após o dia 23 de fevereiro.

– Os pagamentos estão previstos para começar no dia 16 de fevereiro.

– Se escolheu a primeira opção, receberá o valor integral, em Mcash. Os pagamentos têm início no dia 16/02 e podem ocorrer em até 30 dias após a adesão.

– Caso tenha optado pela segunda ou terceira opção, a parte em Bitcoin será paga em parcelas iguais (dólar), convertidas em BTC, pela cotação do dia que será paga.

– Se você ainda fará seu registro no MinerID, terá a opção de escolha de plano e pagamento no próximo mês.

⚠ ATENÇÃO!!!

É sua responsabilidade acompanhar todo o processo. Portanto, siga os seguintes passos:

– Entre diariamente no seu MinerID e confira o status dos documentos:

▶ ENVIADO: seus documentos ainda não foram analisados.
▶ REPROVADO: será necessário reenviar o documento. Ele deve estar nítido e as informações legíveis.
▶ APROVADO: PARABÉNS, você fez tudo direitinho e agora é só aguardar o sistema liberar as opções de negociação.

Nos próximos dias, um e-mail deverá chegar avisando sobre a situação da documentação. Porém, se acompanhar diariamente e já se antecipar, em caso de reenvio, evitará problemas de última hora.

Acesso ao MinerID

Alguns navegadores de Internet têm apresentado problema ao acessar a plataforma. Em casos de falha no carregamento, é indicado que realize seu acesso no Google Chrome como página anônima, ou utilize o Internet Explorer.